Tudo sobre a aquisição de um studio pronto: as 9 etapas da visita às chaves, os custos além do preço, o financiamento com FGTS (SFH) e a documentação necessária.
Da visita ao studio pronto até as chaves no bolso, em três fases. Por ser imóvel entregue, o processo é mais curto: sem obra, sem correção por INCC e sem espera.
Como o empreendimento está entregue, você visita o studio real e as áreas comuns antes de decidir.
Formalização da intenção. O consultor reserva a unidade por prazo combinado, sem custo.
Simulação e aprovação junto ao banco. Pelo SFH, o studio residencial permite uso do FGTS. Bancos: Caixa, Bradesco, Itaú, Santander.
Define preço, forma de pagamento e condições. Por ser imóvel pronto, não há correção por INCC nem parcelas de obra.
Pagamento inicial conforme negociado. No SFH, o FGTS pode compor a entrada ou amortizar o saldo, se você atender às condições.
O banco avalia o imóvel (garantia por alienação fiduciária) e aprova o contrato de financiamento.
Você confere o studio pronto e aponta eventuais inconformidades antes da posse.
Pagamento do ITBI (3% em SP) e das custas de cartório; escritura e registro no Cartório de Registro de Imóveis.
Após o registro, o imóvel passa ao seu nome e as chaves são entregues. Como está pronto, a mudança (ou a locação) pode ser imediata.
Cada custo calculado em percentual sobre o valor do imóvel ou por tabela de cartório. Some ao preço da unidade para planejar a aquisição.
ITBI conforme lei municipal 11.154/1991. Cartório e escritura: tabelas oficiais do TJSP por faixa de valor. Percentuais são referência — confirme os valores exatos na compra.
Dois sistemas de amortização. O primeiro reduz a parcela ao longo do tempo; o segundo mantém a parcela constante. No SFH, ambos são oferecidos.
Parcelas decrescentes: a amortização do principal é constante e os juros caem a cada mês, então a parcela começa mais alta e diminui.
Parcelas constantes. Nas primeiras parcelas predominam juros; a amortização cresce ao longo do tempo. A parcela é previsível do início ao fim.
Taxa de referência: Selic 14,25% a.a. (Copom, jun/2026) + spread bancário. No SFH, as taxas costumam ficar em 11–12% a.a. (+ TR). Resultado orientativo — confirme diretamente no banco.
FGTS pode ser usado como entrada ou amortização se: imóvel residencial, comprador não possui outro imóvel no município e dentro das regras do SFH (teto de R$ 2,25 milhões em 2026). O studio residencial se enquadra — verifique a elegibilidade com o banco.
Simulação ILUSTRATIVA com taxa SFH de 11,50% a.a. · SAC · 30 anos, sobre um valor estimado de R$ 460 mil (m² de Moema × 22 m²). Confirme o preço na tabela de vendas oficial. O FGTS pode reduzir a entrada ou o saldo. Não inclui seguros MIP/DFI (~0,3% a.a.) nem custos de avaliação.
Documentos solicitados pelos bancos para análise de crédito no SFH. Comece a reunir com antecedência para agilizar a aprovação.