Tudo sobre a aquisição do studio na planta/obra: as 10 etapas da visita às chaves, os custos, o financiamento com FGTS (SFH) e a documentação necessária.
Da visita ao decorado até as chaves, organizadas em três fases: decisão e crédito, contrato e obra, entrega e chaves.
Visita ao decorado ou tour, análise da planta (22 a 30 m²) e avaliação do preço com o consultor.
Formalização da intenção. O consultor reserva a unidade por prazo combinado.
Simulação junto ao banco. Studios residenciais permitem FGTS (SFH); unidades NR seguem crédito comercial. Bancos: Caixa, Bradesco, Itaú, Santander.
Preço, condições, prazo de entrega e penalidades. Atenção às cláusulas de reajuste e carência.
Pagamento inicial (parcelado), podendo usar FGTS no studio residencial, conforme a etapa e as regras do SFH.
Mensais e intermediárias corrigidas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) até a entrega.
A Prefeitura de SP emite o Habite-se após validar a obra concluída.
Você visita a unidade concluída e aponta eventuais inconformidades antes de receber.
O saldo devedor é quitado à vista ou repassado ao banco. ITBI e custos de cartório entram aqui.
Após o registro, o imóvel passa ao seu nome. Studio pronto para morar ou locar (inclusive short-stay).
Cada custo calculado em percentual sobre o valor do imóvel ou por tabela de cartório. Some ao preço do studio para planejar a aquisição.
ITBI conforme lei municipal 11.154/1991. Cartório e escritura: tabelas oficiais do TJSP. Percentuais são referência — confirme na compra.
Dois sistemas de amortização. O primeiro reduz a parcela ao longo do tempo; o segundo mantém a parcela constante. Studios residenciais usam SFH/FGTS; NR seguem crédito comercial.
Parcelas decrescentes: a amortização do principal é constante e os juros caem a cada mês, então a parcela começa mais alta e diminui.
Parcelas constantes. Nas primeiras parcelas predominam juros; a amortização cresce ao longo do tempo. Parcela previsível do início ao fim.
Taxa de referência: Selic 14,25% a.a. (Copom, jun/2026) + spread. No SFH, taxas de 11–12% a.a. (+ TR). NR seguem crédito comercial. Confirme com o banco.
FGTS pode ser usado como entrada ou amortização no studio residencial, dentro das regras do SFH (teto R$ 2,25 milhões em 2026). As unidades NR (hospedagem/moradia) seguem financiamento comercial, sem FGTS. Verifique a elegibilidade com o banco.
Simulação ILUSTRATIVA com taxa SFH de 11,50% a.a. · SAC · 30 anos, sobre um valor estimado de R$ 400 mil (studio ~26 m², m² da Vila Mariana). Confirme o preço na tabela de vendas oficial. O FGTS pode reduzir a entrada no studio residencial. Não inclui seguros MIP/DFI (~0,3% a.a.) nem custos de avaliação.
Documentos solicitados pelos bancos para análise de crédito. Comece a reunir com antecedência para agilizar a aprovação.